Caso você não saiba do que se trata o filme antes de ler a crítica entenda rapidamente: O governo dos Estados Unidos ordena o recrutamento dos piores criminosos para uma importante missão, que visa acabar com uma entidade misteriosa e aparentemente impossível de se derrotar. É justamente isso que o governo precisa, de bandidos que praticamente não têm nada a perder. Mas será que eles estão dispostos a arriscarem suas vidas em nome da lei?

Ok você deve estar se perguntando: E Esquadrão Suicída? É bom?

Respondendo logo e sem enrolar demais, sim o filme é bem mais ou menos sim, mas nada que estrague a experiência de quem vai assistir.

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Porém achei bem demorado o desenrolar o pano do filme (inclusive dormi por alguns instantes) e isso por vezes deixa a experiência monótona, mas tem um bom roteiro que é entregue pro espectador: A idéia de que o mundo tá ferrado e, agora que o Superman não está mais aqui ele precisa de protetores (Mesmo que sejam os vilões).

E é claro, o filme é uma grande jogada pra hypar mais os fãs da DC para o filme da Liga da Justiça com algumas cenas com aparições de Flash e Batman. A cena pós créditos comprova isso.

Destaque mais que merecido para Arlequina que se mostra mais louca que seu próprio namorado, e puxa para si o holofote o tempo todo (sério gente, a atriz convence mesmo, e em muito lembra a HQ) e nos apresenta ao seu pudinzinho que tanto ama ( O Coringa) interpretado pelo Jared mas que no fim é ofuscado pela amada.

Já a interpretação dele como Coringa me fez sentir que este tem uma personalidade mais “calculista” do personagem do que propriamente aquela figura “louca” e “sádica” que estamos já acostumamos na interpretação de Heath Ledger, o que pra mim ficou muito estranho por quê não me convence mesmo que eu tente. Já o Will (Fresh Prince) também se destaca e muito sendo quase sempre o líder pra equipe dos desajustados e mostra um lado do vilão que quase ninguém presta atenção em filmes como seus medos e dilemas, e isso também se sobresai aos demais membros da equipe fazendo com que quem assiste enxergue neles um traço de fragilidade humana normal em qualquer pessoal, ponto para a DC.

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